De Antonio Luiz M.C.Costa, editor de internacional de CartaCapital, sobre o cerco a Wikileaks
O Ocidente tem dificuldade cada vez maior em conviver com os direitos e garantias em nome dos quais julga ter o dever de impor sua vontade ao resto do mundo.
Sente cada vez mais a necessidade de leis de exceção e estados de exceção, que pouco a pouco viram regra. O mundo vai descobrindo que é ilusório confiar na Internet como garantia de liberdade de informação.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Wikileaks não revela os segredos da diplomacia Israelense
Por Dalva Teodorescu
Jornalistas de vários países, cuja diplomacia foram envolvidos nas intrigas americanas reveladas pelo site Wikileaks, se perguntam por que Israel não foi atingido pelos 250 mil documentos vazados.
O vazamento dos documentos secretos causou constrangimento, ver mesmo tensão, entre os EUA e países aliados.
Revelou que países então considerados amigos não eram tão amigos, e muito se tramam uns contra os outros nas conversas secretas com os diplomatas americanos.
Nenhum país que interessa, pelo bem ou pelo mal, os EUA foi poupado, menos Israel. Por quê?
Seria a intimidade da diplomacia entre Israel e os EUA mais bem protegida que com os outros países?
Segredos envolvendo a diplomacia dos dois países não seriam tratados por telegramas e e-mail?
O site Wikileaks divulga o material bruto e articula as datas para a publicação com a imprensa. Cabe aos veículos de imprensa selecionar e divulgar os fatos que acharem convenientes.
No caso dos 250 despachos secretos, o site teceu parceria com os jornais NYT, The Guardian, El País, Le Monde e a revista Der Spiegel.
A correspondente em Paris de um dos jornais mais importantes da Índia, The Hindu, arriscou a seguinte hipótese:
O que há em comum entre os cinco veículos de comunicação é o fato de suas ações majoritárias pertencerem ao capital de grupos judeus. E possivelmente os seus editores selecionam os dados publicados, evitando embaraços nas relações Israel-EUA.
Sempre acho complicado dizer que os grandes veículos de comunicação do mundo estão nas mãos do capital judeu. Até porque não conheço levantamento sobre os veículos de comunicação influentes no mundo que estariam nas mãos de cristãos, mulçumanos e hindus.
Mas a dúvida é pertinente e cabe a esses órgãos de imprensa explicar porque Israel não aparece no maior vazamento de documentos oficiais da história, que põe em xeque a diplomacia americana.
Jornalistas de vários países, cuja diplomacia foram envolvidos nas intrigas americanas reveladas pelo site Wikileaks, se perguntam por que Israel não foi atingido pelos 250 mil documentos vazados.
O vazamento dos documentos secretos causou constrangimento, ver mesmo tensão, entre os EUA e países aliados.
Revelou que países então considerados amigos não eram tão amigos, e muito se tramam uns contra os outros nas conversas secretas com os diplomatas americanos.
Nenhum país que interessa, pelo bem ou pelo mal, os EUA foi poupado, menos Israel. Por quê?
Seria a intimidade da diplomacia entre Israel e os EUA mais bem protegida que com os outros países?
Segredos envolvendo a diplomacia dos dois países não seriam tratados por telegramas e e-mail?
O site Wikileaks divulga o material bruto e articula as datas para a publicação com a imprensa. Cabe aos veículos de imprensa selecionar e divulgar os fatos que acharem convenientes.
No caso dos 250 despachos secretos, o site teceu parceria com os jornais NYT, The Guardian, El País, Le Monde e a revista Der Spiegel.
A correspondente em Paris de um dos jornais mais importantes da Índia, The Hindu, arriscou a seguinte hipótese:
O que há em comum entre os cinco veículos de comunicação é o fato de suas ações majoritárias pertencerem ao capital de grupos judeus. E possivelmente os seus editores selecionam os dados publicados, evitando embaraços nas relações Israel-EUA.
Sempre acho complicado dizer que os grandes veículos de comunicação do mundo estão nas mãos do capital judeu. Até porque não conheço levantamento sobre os veículos de comunicação influentes no mundo que estariam nas mãos de cristãos, mulçumanos e hindus.
Mas a dúvida é pertinente e cabe a esses órgãos de imprensa explicar porque Israel não aparece no maior vazamento de documentos oficiais da história, que põe em xeque a diplomacia americana.
Wikileaks pós a nu e de joelho a secretária de estado dos EUA
Por Dalva Teodorescu
Não era um segredo que Hilary Clinton seria um desastre para o processo de paz no oriente médio e um empecilho para a criação de um estado palestino. Agora sabe-se que madame Clinton é um desastre para a diplomacia americana em geral.
Bisbilhoteira e paranóica, a secretária mostrou também que tem pouco escrúpulo e não hesitou em investigar o Secretário geral da ONU, Ban-Ki Moon, o fiel dos fiéis aos EUA, e a saúde mental da presidente da Argentina Cristina Kirchner.
Francamente, quem tem a saúde mental questionável é a própria Clinton que mentiu feio, durante sua campanha, sobre um suposto perigo que teria enfrentado numa visita à Bósnia e que se revelou inteiramente falso.
Quem confia ainda na diplomacia americana e em Hilary Clinton?
Não era um segredo que Hilary Clinton seria um desastre para o processo de paz no oriente médio e um empecilho para a criação de um estado palestino. Agora sabe-se que madame Clinton é um desastre para a diplomacia americana em geral.
Bisbilhoteira e paranóica, a secretária mostrou também que tem pouco escrúpulo e não hesitou em investigar o Secretário geral da ONU, Ban-Ki Moon, o fiel dos fiéis aos EUA, e a saúde mental da presidente da Argentina Cristina Kirchner.
Francamente, quem tem a saúde mental questionável é a própria Clinton que mentiu feio, durante sua campanha, sobre um suposto perigo que teria enfrentado numa visita à Bósnia e que se revelou inteiramente falso.
Quem confia ainda na diplomacia americana e em Hilary Clinton?
Wikileaks e a Interpol
Por Dalva Teodorescu
O australiano Julian Assange, fundador do site Wikileaks, apresentou se hoje à polícia Britânica e está em prisão provisória até meados de dezembro, quando a Inglatera decedirá sobre sua extadiçao para a Suécia.
A Suécia emitiu ordem de prisão internacional contra ele por acusação de estupro e assédio sexual.
A acusação é grave, mas ninguém duvida que esteja ligada a motivações políticas em razão da divulgação, por seu site, dos documentos secretos dos EUA.
Até porque, alguém já viu uma busca da Interpol, envolvendo países de vários continentes, para capturar um indivíduo acusado de assédio sexual e estupro?
Curiosamente, os jornalistas brasileiros, tão vigilantes quanto a livre expressão, têm se calado sobre o direito de Julian Assange divulgar os documentos secretos da diplomacia americana.
Porque será?
O australiano Julian Assange, fundador do site Wikileaks, apresentou se hoje à polícia Britânica e está em prisão provisória até meados de dezembro, quando a Inglatera decedirá sobre sua extadiçao para a Suécia.
A Suécia emitiu ordem de prisão internacional contra ele por acusação de estupro e assédio sexual.
A acusação é grave, mas ninguém duvida que esteja ligada a motivações políticas em razão da divulgação, por seu site, dos documentos secretos dos EUA.
Até porque, alguém já viu uma busca da Interpol, envolvendo países de vários continentes, para capturar um indivíduo acusado de assédio sexual e estupro?
Curiosamente, os jornalistas brasileiros, tão vigilantes quanto a livre expressão, têm se calado sobre o direito de Julian Assange divulgar os documentos secretos da diplomacia americana.
Porque será?
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres
Por Daniela
Com a dica no Facebook de Alice Garcez
http://generoracaetnia.org.br/pt/sala-de-imprensa/calendario/item/244-6-de-dezembro-–-dia-nacional-de-mobilização-dos-homens-pelo-fim-da-violência-contra-as-mulheres.html
No dia 6 de dezembro de 1989, Marc Lepine, de 25 anos, invadiu armado uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Montreal, Canadá. Ordenou que os 48 homens presentes se retirassem da sala, permanecendo no recinto somente as mulheres. Gritando “Vocês são todas feministas!”, o jovem atirou e assassinou 14 mulheres, a queima roupa. Em seguida, suicidou-se. Em uma carta deixada por ele, justificava seu ato dizendo que não suportava a idéia de ver mulheres estudando Engenharia, um curso tradicionalmente voltado para os homens. Esse massacre mobilizou a opinião pública mundial, gerando amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência gerada por esse desequilíbrio social.
Com a dica no Facebook de Alice Garcez
http://generoracaetnia.org.br/pt/sala-de-imprensa/calendario/item/244-6-de-dezembro-–-dia-nacional-de-mobilização-dos-homens-pelo-fim-da-violência-contra-as-mulheres.html
No dia 6 de dezembro de 1989, Marc Lepine, de 25 anos, invadiu armado uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Montreal, Canadá. Ordenou que os 48 homens presentes se retirassem da sala, permanecendo no recinto somente as mulheres. Gritando “Vocês são todas feministas!”, o jovem atirou e assassinou 14 mulheres, a queima roupa. Em seguida, suicidou-se. Em uma carta deixada por ele, justificava seu ato dizendo que não suportava a idéia de ver mulheres estudando Engenharia, um curso tradicionalmente voltado para os homens. Esse massacre mobilizou a opinião pública mundial, gerando amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência gerada por esse desequilíbrio social.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Algumas informações sobre o Ministro Haddad
Por Stanley Burburinho
Sobre o Ministro Haddad tenho algumas informações:
O Método TRI: "ONU: metodologia aplicada no ENEM garante isonomia mesmo que prova seja reaplicada" - mailto: http://migre.me/2anXJ
Em 2004, o Enem foi aplicado na Febem pela primeira vez - http://migre.me/27jKd
Haddad de 2007 a 2010, em todo o país, já fechou 20 mil vagas em cursos de Direito com avaliação ruim. Barões da educação perderam milhões. Haddad na educação superior à distância, de 2008 a 2010, fechou 3.800 pólos de apoio presenciais inadequados e suspendeu 20 mil vagas. A educação superior à distância é a mina de ouro para os barões por causa escala: baixo custo e possibilidade de aumentar nº de alunos sem precisar de grande infra-estrutura.
Os barões não se conformam com regulação na educação à distância. Eles pensavam que o Haddad não mexeria nisso.
Na gestão Haddad implantou-se o mais profícuo projeto de EAD público da história, a Universidade Aberta do Brasil (UAB)
Meta de Haddad é 50% com ensino superior nos próximos anos. Educação reduz a manipulação pela velha imprensa.
Os barões não perdoam o Haddad por isto: "MEC mostra problemas no ensino a distância" -http://youtu.be/E-ByqHDeWK4
Haddad revogou a DRU (Desvinculação das Receitas da União), criada por FHC e Paulo Renato, que surrupiou, desde 95, 10 bilhões da educação por ano.
Haddad criou o FUNDEB. Fundo que financia não só a educação fundamental como no tempo do Paulo Renato, mas também à educação infantil e educação média.
Todos os relatórios de organizações internacionais mostram que o Brasil avançou muito nesta década em educação. Isso incomoda.
Nunca houve tantos concursos para professores das universidades federais, graças à expansão do REUNI.
Haddad criou o SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) que permite a regulação do setor. O SINAES permite fechar cursos. Sistema privado odeia o SINAES.
Haddad fechou cursos à distância da Unicid por falta de qualidade. Deputados não gostaram. Unicid contribui PARA campanhas.
Haddad foi o mentor do PROUNI. Foi idéia dele com a esposa quando ele ainda era Secretário Executivo (Vice) do Tarso Genro.
Em 2002, as receitas brutas da maior empresa de bebidas do Brasil (AMBEV), e da 2º mineradora do mundo (VALE), estavam pouco abaixo das receitas obtidas no setor de educação privada.
Em 2002, as quatro maiores empresas de transporte aéreo juntas, na época, (VARIG, TAM, GOL, VASP), tiveram receita bruta inferior à receita do setor privado de educação superior.
Na era FHC, Paulo Renato causou atraso de uma década na educação, diz deputado -http://migre.me/25NeO
Paulo Renato distorceu a Lei Darcy Ribeiro. Confundiu "progressão continuada" com "formação de analfabetos"
Em 1995, FHC assume e cria a "aprovação automática". Menos repetentes, mais vagas sem gastar nada.
Sessenta países membros da OCDE submetem os estudantes ao ENEM – lá conhecido como teste PISA.
Na gestão Haddad, o FIES passou a dispensar fiador. E, se o aluno cursar Medicina ou se tornar professor de escola pública não paga o financiamento – o Estado paga tudo - http://migre.me/26s39
Para o ano que vem, o Haddad estabeleceu que o ENEM também será critério para receber financiamento do FIES- http://migre.me/24vxA
Institutos federais também usam o ENEM. Previsão de 83 mil vagas públicas para este ano.
Com avaliação mais rigorosa, Haddad fechou milhares de vagas de faculdades particulares. Faculdades particulares odeiam o Haddad.
Haddad fez o IDEB que deu transpararência à avaliação da educação básica. Cada município tem IDEB. Tem prefeito que odeia Haddad por conta dessa transparência.
Haddad fechou cursos à distância da universidade Castello Branco por falta de qualidade.
Um dos mais recentes embates de Haddad, contra a mercantilização da educação, foi com o todo poderoso Di Genio, do Objetivo.
Haddad criou a universidade aberta do Brasil com mais de 200 mil alunos estudando graduação à distância de graça.
Haddad foi quem começou a distribuição de livros didáticos para o ensino médio em 2005. Antes era só para o ensino fundamental
Haddad criou 214 escolas técnicas e as transformou em institutos federais com cursos de graduação e pós-graduação. Especialmente licenciaturas para formar professores.
Haddad aumentou o orçamento do MEC de 19 bilhões para 70 bilhões em 2011.
Haddad estendeu o ensino obrigatório para nove anos e agora é obrigatório dos quatro aos dezessete anos. Emenda Constitucional.
Haddad criou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) com compromisso de metas de qualidade até 2022, firmado por todos os prefeitos e governadores do Brasil. Acordo histórico.
Haddad melhorou o IDEB do Brasil de 3.8 para 4.6 em quatro anos. Objetivo é chegar a seis em 2022 (média dos países da OCDE: mais ricos).
Haddad mais que dobrou o nº de vagas de ingresso nas universidades federais. De 113 mil para 270 mil.
Em 2009, número de novos alunos aumentou 17% em relação a 2008. E os formandos até 2008 são reflexos dos ingressos nas Federais até 2002.
A aprovação automática do Paulo Renato inflou índices na Educação Básica, esvaziou salas e dispensou novos investimentos.
Análise do Fernando Rodrigues da Folha de São Paulo: “Após Enem, chance de Haddad ficar no governo Dilma é quase zero” - http://migre.me/27HdT
OBS: O Haddad não ficará como Ministro da Educação nos próximos quatro anos do governo da Dilma porque em 2013 ele será o Prefeito de São Paulo.
Sobre o Ministro Haddad tenho algumas informações:
O Método TRI: "ONU: metodologia aplicada no ENEM garante isonomia mesmo que prova seja reaplicada" - mailto: http://migre.me/2anXJ
Em 2004, o Enem foi aplicado na Febem pela primeira vez - http://migre.me/27jKd
Haddad de 2007 a 2010, em todo o país, já fechou 20 mil vagas em cursos de Direito com avaliação ruim. Barões da educação perderam milhões. Haddad na educação superior à distância, de 2008 a 2010, fechou 3.800 pólos de apoio presenciais inadequados e suspendeu 20 mil vagas. A educação superior à distância é a mina de ouro para os barões por causa escala: baixo custo e possibilidade de aumentar nº de alunos sem precisar de grande infra-estrutura.
Os barões não se conformam com regulação na educação à distância. Eles pensavam que o Haddad não mexeria nisso.
Na gestão Haddad implantou-se o mais profícuo projeto de EAD público da história, a Universidade Aberta do Brasil (UAB)
Meta de Haddad é 50% com ensino superior nos próximos anos. Educação reduz a manipulação pela velha imprensa.
Os barões não perdoam o Haddad por isto: "MEC mostra problemas no ensino a distância" -http://youtu.be/E-ByqHDeWK4
Haddad revogou a DRU (Desvinculação das Receitas da União), criada por FHC e Paulo Renato, que surrupiou, desde 95, 10 bilhões da educação por ano.
Haddad criou o FUNDEB. Fundo que financia não só a educação fundamental como no tempo do Paulo Renato, mas também à educação infantil e educação média.
Todos os relatórios de organizações internacionais mostram que o Brasil avançou muito nesta década em educação. Isso incomoda.
Nunca houve tantos concursos para professores das universidades federais, graças à expansão do REUNI.
Haddad criou o SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) que permite a regulação do setor. O SINAES permite fechar cursos. Sistema privado odeia o SINAES.
Haddad fechou cursos à distância da Unicid por falta de qualidade. Deputados não gostaram. Unicid contribui PARA campanhas.
Haddad foi o mentor do PROUNI. Foi idéia dele com a esposa quando ele ainda era Secretário Executivo (Vice) do Tarso Genro.
Em 2002, as receitas brutas da maior empresa de bebidas do Brasil (AMBEV), e da 2º mineradora do mundo (VALE), estavam pouco abaixo das receitas obtidas no setor de educação privada.
Em 2002, as quatro maiores empresas de transporte aéreo juntas, na época, (VARIG, TAM, GOL, VASP), tiveram receita bruta inferior à receita do setor privado de educação superior.
Na era FHC, Paulo Renato causou atraso de uma década na educação, diz deputado -http://migre.me/25NeO
Paulo Renato distorceu a Lei Darcy Ribeiro. Confundiu "progressão continuada" com "formação de analfabetos"
Em 1995, FHC assume e cria a "aprovação automática". Menos repetentes, mais vagas sem gastar nada.
Sessenta países membros da OCDE submetem os estudantes ao ENEM – lá conhecido como teste PISA.
Na gestão Haddad, o FIES passou a dispensar fiador. E, se o aluno cursar Medicina ou se tornar professor de escola pública não paga o financiamento – o Estado paga tudo - http://migre.me/26s39
Para o ano que vem, o Haddad estabeleceu que o ENEM também será critério para receber financiamento do FIES- http://migre.me/24vxA
Institutos federais também usam o ENEM. Previsão de 83 mil vagas públicas para este ano.
Com avaliação mais rigorosa, Haddad fechou milhares de vagas de faculdades particulares. Faculdades particulares odeiam o Haddad.
Haddad fez o IDEB que deu transpararência à avaliação da educação básica. Cada município tem IDEB. Tem prefeito que odeia Haddad por conta dessa transparência.
Haddad fechou cursos à distância da universidade Castello Branco por falta de qualidade.
Um dos mais recentes embates de Haddad, contra a mercantilização da educação, foi com o todo poderoso Di Genio, do Objetivo.
Haddad criou a universidade aberta do Brasil com mais de 200 mil alunos estudando graduação à distância de graça.
Haddad foi quem começou a distribuição de livros didáticos para o ensino médio em 2005. Antes era só para o ensino fundamental
Haddad criou 214 escolas técnicas e as transformou em institutos federais com cursos de graduação e pós-graduação. Especialmente licenciaturas para formar professores.
Haddad aumentou o orçamento do MEC de 19 bilhões para 70 bilhões em 2011.
Haddad estendeu o ensino obrigatório para nove anos e agora é obrigatório dos quatro aos dezessete anos. Emenda Constitucional.
Haddad criou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) com compromisso de metas de qualidade até 2022, firmado por todos os prefeitos e governadores do Brasil. Acordo histórico.
Haddad melhorou o IDEB do Brasil de 3.8 para 4.6 em quatro anos. Objetivo é chegar a seis em 2022 (média dos países da OCDE: mais ricos).
Haddad mais que dobrou o nº de vagas de ingresso nas universidades federais. De 113 mil para 270 mil.
Em 2009, número de novos alunos aumentou 17% em relação a 2008. E os formandos até 2008 são reflexos dos ingressos nas Federais até 2002.
A aprovação automática do Paulo Renato inflou índices na Educação Básica, esvaziou salas e dispensou novos investimentos.
Análise do Fernando Rodrigues da Folha de São Paulo: “Após Enem, chance de Haddad ficar no governo Dilma é quase zero” - http://migre.me/27HdT
OBS: O Haddad não ficará como Ministro da Educação nos próximos quatro anos do governo da Dilma porque em 2013 ele será o Prefeito de São Paulo.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A possibilidade de Sérgio Cortes assumir a pasta da Saúde deixa perplexos os profissionais da saúde
Por Dalva Teodorescu
Causou extrema inquietude nos profissionais de saúde pública, engajados há décadas na construção do Sistema Único de Saúde, a possível indicação do médico Sérgio Cortes para o Ministério da Saúde.
É um consenso nacional que, para consolidar e cumprir a missão do SUS de garantir o acesso universal à saúde com qualidade a toda população brasileira, são necessários, não somente vultosos investimentos financeiros, mas também a implementação rigorosa de ações que aumentem a eficiência de um modelo já consagrado.
Diante disso, parece um contrassenso delegar essa enorme responsabilidade a um profissional dedicado à criação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Rio de Janeiro, de maneira desarticulada da estrutura hierarquizada e descentralizada do SUS, nos últimos anos.
Outras iniciativas tomadas pelo Secretário de Estado da Saúde do Rio de Janeiro, como a terceirização de serviços e o investimento em parceria com entidades privadas, apesar de contar com o apoio de algumas outras Secretarias Estaduais, ainda não convenceram os protagonistas do movimento sanitário.
Ao lado desses componentes estratégicos duvidosos, os ativistas da resposta brasileira á epidemia de AIDS colocam em destaque a gestão conturbada do Dr. Cortes no controle da AIDS no estado do Rio de Janeiro.
Alguns fatos são particularmente inaceitáveis e incompreensíveis, como episódios de desorganização no fornecimento dos medicamentos antirretrovirais, fornecidos pelo Ministério da Saúde.
Da mesma forma, causou verdadeiro espanto o fato que muitas ações de prevenção foram interrompidas e outras não iniciadas, na medida em que a Secretaria Estadual da Saúde do Rio de Janeiro, sob a gestão de Sérgio Cortes, não utilizou os recursos de incentivos relacionados à AIDS, transferidos pelo Ministério da Saúde nos últimos anos. Hoje esses recursos correspondem a milhões de reais retidos no cofre do estado.
Estas deficiências, já veiculadas pela imprensa, certamente estão vinculadas às altas taxas de mortalidade por AIDS, ainda observadas no Rio de Janeiro, além de certamente contribuir para a redução da qualidade de vida dos pacientes em tratamento.
Estes fatos e não podem ser ignorados ou minimizados pela presidente eleita, Dilma Rousseff, para tomar sua decisão.
Causou extrema inquietude nos profissionais de saúde pública, engajados há décadas na construção do Sistema Único de Saúde, a possível indicação do médico Sérgio Cortes para o Ministério da Saúde.
É um consenso nacional que, para consolidar e cumprir a missão do SUS de garantir o acesso universal à saúde com qualidade a toda população brasileira, são necessários, não somente vultosos investimentos financeiros, mas também a implementação rigorosa de ações que aumentem a eficiência de um modelo já consagrado.
Diante disso, parece um contrassenso delegar essa enorme responsabilidade a um profissional dedicado à criação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Rio de Janeiro, de maneira desarticulada da estrutura hierarquizada e descentralizada do SUS, nos últimos anos.
Outras iniciativas tomadas pelo Secretário de Estado da Saúde do Rio de Janeiro, como a terceirização de serviços e o investimento em parceria com entidades privadas, apesar de contar com o apoio de algumas outras Secretarias Estaduais, ainda não convenceram os protagonistas do movimento sanitário.
Ao lado desses componentes estratégicos duvidosos, os ativistas da resposta brasileira á epidemia de AIDS colocam em destaque a gestão conturbada do Dr. Cortes no controle da AIDS no estado do Rio de Janeiro.
Alguns fatos são particularmente inaceitáveis e incompreensíveis, como episódios de desorganização no fornecimento dos medicamentos antirretrovirais, fornecidos pelo Ministério da Saúde.
Da mesma forma, causou verdadeiro espanto o fato que muitas ações de prevenção foram interrompidas e outras não iniciadas, na medida em que a Secretaria Estadual da Saúde do Rio de Janeiro, sob a gestão de Sérgio Cortes, não utilizou os recursos de incentivos relacionados à AIDS, transferidos pelo Ministério da Saúde nos últimos anos. Hoje esses recursos correspondem a milhões de reais retidos no cofre do estado.
Estas deficiências, já veiculadas pela imprensa, certamente estão vinculadas às altas taxas de mortalidade por AIDS, ainda observadas no Rio de Janeiro, além de certamente contribuir para a redução da qualidade de vida dos pacientes em tratamento.
Estes fatos e não podem ser ignorados ou minimizados pela presidente eleita, Dilma Rousseff, para tomar sua decisão.
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